Ameixa

  • Ameixa Fla

    Variedade com baixa necessidade em frio.

    Altamente produtiva e boa aparência em regiões quentes como São Paulo, Norte do Paraná e regiões de baixa altitude no Sul do Brasil. Para melhorar a qualidade a colheita deve ser próxima da maturação. Amolece rapidamente em temperatura ambiente. Necessita polinização cruzada.

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  • Ameixa Irati

    Frutos doces, de boa qualidade e maturação precoce.

    Colheita a partir de setembro/ outubro em regiões quentes do Norte do Paraná e São Paulo, novembro no Centro-Sul do Paraná. Folhas sensíveis a baixas temperaturas durante e logo após a brotação. Necessita polinização cruzada por outras variedades como Reubennel.

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  • Ameixa Polli Rosa

    Mutação de Santa Rosa da qual mantêm a mesma qualidade e aparência de fruta.

    Mutação de Santa Rosa da qual mantêm a mesma qualidade e aparência de fruta, mas precisa menos frio para quebra de dormência. Mais produtiva que Santa Rosa. Possui um bom padrão de qualidade para o mercado brasileiro. Maturação 7 a 15 dias antes que Santa Rosa, dependendo das condições climáticas. Necessita polinização cruzada por outras variedades tais como Gigaglia, Amarelinha (Rainha Cláudia), América, Harry Picstone, etc.

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  • Ameixa América

    Variedade amarelo alaranjada, com perfume e sabor únicos, muito bom sabor.

    Entretanto apresenta maturação rápida e, portanto, necessita de colheitas frequentes. Muito vigorosa, produtividade adequada sobre A9 ou A9 com filtro. Necessita polinização cruzada com variedades tais como Reubennel, Harry Pickstone, Amarelinha (Rianha Cláudia), etc.

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  • Ameixa Fortune

    Variedade desenvolvida pelo USDA - Estados Unidos com frutas de qualidade excepcional e ampla adaptação em todo o mundo. Excelente conservação e resistência ao transporte. Maior susceptibilidade a doenças foliares do que Letícia. Maturação no final de dezembro/ primeira quinzena de janeiro. Exigência em frio semelhante a Polli Rosa. Necessita polinização cruzada, podendo ser polinizada por Reubennel, Amarelinha (Rainha Cláudia), Gigaglia, América, etc. Esta variedade tem sido erroneamente denominada de "Italianinha" no Sul do Brasil. Excelente performance sobre A9 ou A9 com filtro. Sofre bastante em solos rasos, secos, pedregosos ou mal drenados quando enxertada sobre A9.

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  • Ameixa Reubennel

    Ampla adaptação climática, frutos de excelente qualidade e produtividade insuperável.

    Maturação em dezembro nas regiões quentes do Norte do Paraná e São Paulo, onde necessita de quebra de dormência; e final de dezembro, início de janeiro nas outras regiões. Variedade auto fértil, mas a presença de polinizadora melhora produtividade em locais quentes.

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  • Ameixa Harry Pickstone

    Variedade de adaptação mais restrita que Reubennel.

    Variedade de adaptação mais restrita que Reubennel, frutos grandes, de boa qualidade, auto fértil. Extremamente produtiva, maturação em janeiro. Bastante seinsível a bacteriose em condições favoráveis para o desenvolvimento da doença.

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  • Ameixa Letícia

    Variedade tardia, exigente em frio, maturação em janeiro/ fevereiro.

    Frutos grandes, de excelente qualidade. Boa capacidade de conservação em câmara fria. Necessita polinização cruzada. Precisa de quebra-de-dormência artificial na maioria das localidades para boa produtividade. Excelente performance sobre o porta-enxerto A9 ou A9 com filtro. Muito boa resistência a bacteriose.

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  • Ameixa Piúna e Camila

    São duas variedades de ameixeira desenvolvidas pela EPAGRI em Santa Catarina.

    Ambas são tardias, com maturação a partir de janeiro, e segundo a EPAGRI elas tem mostrado melhor resistência a escaldadura da folha da ameixeira que outras variedades comerciais. A adaptação climática semelhante a variedade Letícia. Ambas tem sido usadas em alguma extensão como polinizadoras de Letícia.

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  • Ameixa Angeleno

    Variedade Americana com padrão internacional de qualidade.

    Maturação muito tardia, podendo em alguns locais acontecer somente no final de fevereiro, e longo período de armazenamento. Planta muito vigorosa. Necessita de polinização cruzada, manejo intensivo e locais protegidos para produzir adequadamente. Exigência em frio média/ alta. Sensível a bacteriose em locais favoráveis para a doença.

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  • Ameixas Black Amber, Black Splendoe, Frontier, Larry Ann, etc.

    São todas variedades Californianas com alto padrão de qualidade.

    Grande capacidade de armazenamento. Exigência em frio média/ alta. Todas são mais sensíveis a bacteriose que demais variedades citadas. Necessitam locais muito bem protegidos, manejo adequado e intensivo para produzirem adequadamente em nossas condições. Ou seja, somente em condições excepcionais estas variedades produzem adequadamente.

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  • Ameixas Amarelinha (Rainha Cláudia), Gigaglia, Seleção SA 8613, etc.

    Variedades utilizadas principalmente como polinizadoras de outras variedades.

    Variedades utilizadas principalmente como polinizadoras de outras variedades devido a profusa floração e grande produção de pólem de boa qualidade. Embora existam diferenças em eficiência, variedades de ameixeira que florescem na mesma data normalmente se interpolinizam.

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  • Ameixa Pluma 7

    Variedade tardia.

    Variedade tardia, maturação em janeiro, polpa roxa, produtiva, boa qualidade, sensível a bacteriose.

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  • Porta-Enxertos A9 e A9 com filtro Exclusividade Clone Viveiros

    Porta-enxertos anões para ameixeira desenvolvido pelo Clone Viveiros.

    Produz plantas que tem volume de copa com 40-60% do tamanho que as mesmas variedades produziriam com Capdeboscq ou Okinawa. Melhor estabilidade de produção que outros porta-enxertos. Maior eficiência da mão de obra nos tratos culturais e colheita.

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  • Porta-Enxertos Okinawa

    Porta-enxerto para Ameixeira, Nectarineira e Pessegueiro resistente a nematóides causadores de galhas.

    Resistente a nematóides causadores de galhas. Produz plantas vigorosas, rústicas, uniformes, altamente produtivas, com frutos de bom tamanho e qualidade. Bom comportamento no transplante para o pomar. Demora entrada em produção de ameixeiras que produzem em esporões. Apresenta excelente comportamento em replantes de pomares de pessegueiro, sendo a melhor opção

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  • ESTIMATIVA DE EXIGÊNCIA EM FRIO E DATA DE COLHEITA

    As estimativas acima foram feitas baseadas em observações obtidas em plantas estabelecidas em Araucária-PR. A data de colheita pode ser antecipada em 2-6 semanas como resultado da utilização da quebra de dormência artificial, e plantios de variedades com baixa exigência em frio em localidades mais quentes. Por outro lado, é atrasada em localidades mais frias.

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